quarta-feira, 10 de junho de 2026
Especificar algo de melhor ao pior ou vice versa vai muito de gosto pessoal, mas como todos nós LANNERS estamos aguardando ansiosamente o novo álbum de estúdio da cantora intitulado STOVE, decidimos listar aqui o que para nós segue como sendo os cinco melhores álbuns da carreira de DEL REY. (lembrando que esta lista é estritamente feita com base em gostos pessoais)
todas as imagens são do google imagens.5 lugar - Honeymoon
Tracklist:
1- Honeymoon
2 - Music To Watch Boys To
3 - Terrence Loves You
4 - God Knows I Tried
5 - High By The Beach
6 - Freak
7 - Art Deco
8 - Burnt Norton (Interlude)
9 - Religion
10 - Salvatore
11 - The Blackest Day
12 - 24
13 - Swan Song
14 - Don’t Let Me Be Misunderstood
4 lugar - Born to die
Tracklist:
“Born To Die“
“Off To The Races“
“Blue Jeans“
“Video Games“
“Diet Mtn Dew“
“National Anthem“
“Dark Paradise“
“Radio“
“Carmen“
“Million Dollar Man“
“Summertime Sadness“
“This Is What Makes Us Girls"
3 Lugar - Did you know that there’s a tunnel under Ocean Blvd
01. The Grants
02. Did You Know That There’s a Tunnel Under Ocean Blvd
03. Sweet
04. AW
05. Judah Smith Interlude
06. Candy Necklace
07. Jon Batiste Interlude
08. Kintsugi
09. Fingertips
10. Paris, Texas
11. Grandfather Please Stand on The Shoulders of My Father While He’s Deep-Sea Fishing
12. Let the Light In (fear. Father John Misty)
13. Margaret (feat. Bleachers)
14. Fishtail
15. Peppers (feat. Tommy Genesis)
16. Taco Truck x VB
2 - Norman Fucking Rockwell
Norman Fucking Rockwell
Mariners Apartment Complex
Venice Bitch
Fuck It I Love You
Doin' Time
Love Song
Cinnamon Girl
How to Disappear
California
The Next Best American Record
The Greatest
Bartender
Happiness Is a Butterfly
Hope Is a Dangerous Thing for a Woman Like Me to Have – But I Have It
segunda-feira, 4 de maio de 2026
Capturar uma imagem vai muito além do clique. No cenário atual, a fotografia é uma mistura de técnica, equipamento certo e, principalmente, a magia da pós-produção. Se você quer transformar fotos comuns em registros memoráveis, estas são as ferramentas que não podem faltar no seu arsenal:
1. Lentes Fixas (Prime)
Embora as lentes de zoom sejam versáteis, as lentes fixas (como a clássica 35mm ou 50mm) forçam você a se movimentar e encontrar ângulos únicos. Elas geralmente oferecem aberturas maiores, garantindo aquele fundo desfocado (bokeh) cinematográfico e melhor desempenho em luz baixa.
2. Adobe Lightroom & Photoshop
O padrão ouro da edição. Enquanto o Lightroom é perfeito para organizar seu fluxo de trabalho e aplicar ajustes de cor consistentes em várias fotos, o Photoshop permite manipulações detalhadas, correções de pele e criações artísticas mais complexas.
3. Editores de Vídeo Mobile (CapCut)
Hoje, a fotografia e o vídeo caminham juntos, especialmente para quem cria conteúdo para redes sociais. Ferramentas como o CapCut permitem transformar suas fotos estáticas em Reels ou TikToks dinâmicos, usando transições fluidas e batidas sincronizadas.
4. Presets Personalizados
Para manter uma identidade visual coesa no seu feed ou blog, o uso de presets é indispensável. Eles funcionam como uma assinatura: garantem que todas as suas imagens sigam a mesma paleta de cores, seja ela mais vibrante, dramática ou minimalista.
5. Curadoria e Referência (Pinterest & Behance)
Sua ferramenta mais poderosa é o seu repertório. Antes de sair para fotografar, utilize plataformas de curadoria para criar "moodboards". Estudar a iluminação e a composição de outros artistas ajuda a refinar seu próprio estilo "dramático" e autoral.
Dica de Ouro: Não é sobre ter o equipamento mais caro, mas sobre conhecer as ferramentas que você tem em mãos. Às vezes, um smartphone bem configurado e uma edição cuidadosa superam uma câmera profissional no modo automático.
ATÉ O PRÓXIMO POST AURABLOGGERS.
NOTA: fonte das imagens: google fotos, todos os direitos reservados aos seus respectivos autores, uso demonstrativo
domingo, 3 de maio de 2026
Preparem seus corações (e escolham seus times!), porque a Saga Crepúsculo está de volta às telonas! Para celebrar o aniversário da franquia, o filme Eclipse, o terceiro e um dos mais amados da saga, terá exibições especiais nos cinemas.
Se você sentia saudade daquele clima nublado de Forks, das brigas entre Edward e Jacob e, claro, da batalha épica contra o exército de vampiros recém-criados, a hora de reviver tudo isso chegou.
Por que vale a pena ver de novo?
Assistir no streaming em casa é legal, mas nada supera a experiência do cinema por alguns motivos:
A trilha sonora: Ouvir "Neutron Star Collision" do Muse e as músicas instrumentais no som do cinema é de arrepiar.
A Batalha Final: A cena da luta na neve fica mil vezes mais emocionante em uma tela gigante.
O "Cringe" do Bem: Vamos ser sinceros? Parte da diversão é rir e se emocionar junto com outros fãs no cinema.
Team Edward vs. Team Jacob: É a chance perfeita para reacender aquela velha discussão com seus amigos.
O que acontece em Eclipse? (Pra quem não lembra)
Neste capítulo, Bella Swan se vê cercada por perigos enquanto Seattle é assolada por uma série de assassinatos misteriosos. Victoria está em busca de vingança e, para proteger Bella, os Vampiros (Cullen) e os Lobisomens (Quileutes) precisam fazer o impensável: unir forças.
Enquanto isso, Bella precisa tomar a decisão mais importante da sua vida: escolher entre o amor de Edward e a amizade de Jacob, sabendo que sua escolha pode incendiar a luta milenar entre as duas raças.
🎟️ Como garantir seu lugar?
As sessões costumam ser limitadas, então a dica de ouro é conferir o site da sua rede de cinema favorita (Cinemark, UCI, Cinépolis, etc.) ou o portal Ingresso.com. Procure pela aba de "Conteúdo Especial" ou "Clássicos".
Dica extra: Não esqueça de ir com sua camiseta do seu time favorito ou levar aquele seu acessório de Forks que está guardado na gaveta!
Se existe um jogo que não quer te agradar — e sim te testar — é Kingdom Come: Deliverance II. E talvez seja exatamente por isso que ele funciona tão bem.
Ambientado na Europa do século XV, o jogo continua a jornada de Henry, um simples filho de ferreiro que foi engolido por uma guerra maior do que ele. Aqui, não existe fantasia escapista: nada de magia, dragões ou destinos grandiosos. Só lama, sangue, política… e escolhas que cobram caro.
🕯️ Um RPG onde cada detalhe pesa
Diferente de muitos jogos modernos que te guiam o tempo todo, Deliverance II te solta no mundo e diz: “se vire”.
E isso muda tudo.
Suas decisões moldam relações, reputação e até o rumo da história
Aparência, higiene e comportamento influenciam como NPCs te tratam
Diálogos são tão importantes quanto combate
Você pode ser soldado, diplomata… ou apenas sobreviver como dá
É um RPG de sistema denso, onde cada ação tem consequência real.
⚔️ Combate brutal, mundo vivo
O combate continua sendo um dos pontos mais intensos — técnico, difícil e longe de ser casual.
Nada aqui é automático: aprender a lutar é quase como aprender uma habilidade real.
E o mundo?
Mais amplo, mais vivo, mais humano.
Castelos, vilas, tavernas e campos da Boêmia criam uma atmosfera quase palpável — como se você estivesse dentro de um filme histórico, só que sem roteiro fixo.
🖤 Narrativa que cresce com você
A história aprofunda relações, especialmente entre Henry e Hans, com um roteiro gigantesco e carregado de nuances.
Mas o mais interessante:
você não é o centro do mundo.
Você é só mais um tentando sobreviver dentro dele.
E é isso que torna tudo mais real — e mais impactante.
🩸 Vale a pena?
Kingdom Come: Deliverance II não é para todo mundo.
Ele exige paciência, atenção e disposição para falhar.
Mas, se você gosta de experiências densas, imersivas e com peso narrativo real…
esse jogo não é só um RPG.
É uma vivência.
✒️ Para o A U R A
Esse não é um jogo sobre heróis.
É sobre se tornar um — ou não.
E talvez, no meio da lama, das escolhas erradas e das consequências inevitáveis…
você descubra que crescer dói.
Mas vale.
O Jogo do Predador: quando sobreviver é mais sobre quem você é do que o que você faz
Há filmes que entregam ação. Outros, tensão. Mas O Jogo do Predador vai além — ele te coloca dentro de um cenário onde o medo não é o maior inimigo. As pessoas são.
A premissa é simples, quase brutal: um grupo de desconhecidos acorda em um lugar isolado, sem entender como chegou ali. Aos poucos, a verdade se revela — eles foram escolhidos. Caçados. Transformados em peças de um jogo onde sobreviver depende tanto de instinto quanto de estratégia.
Mas o que torna o filme realmente interessante não é a perseguição em si. É o que ela revela.
A estética do controle
Existe algo profundamente desconfortável na forma como tudo é calculado. Nada ali é por acaso. Cada movimento, cada reação, cada tentativa de fuga parece já ter sido prevista por quem está no controle.
E isso provoca uma sensação estranha: até que ponto você realmente teria escolha?
O filme brinca com essa ideia de destino vs. livre-arbítrio, criando uma tensão constante. Você não está apenas assistindo — você está analisando, tentando entender quem são os verdadeiros jogadores.
Quem é o predador?
A pergunta central não é “quem vai sobreviver?”, mas “quem merece sobreviver?”.
Os personagens não são heróis clássicos. Eles são complexos, falhos, e carregam histórias que vão sendo reveladas aos poucos. E é aí que o filme se torna mais perturbador: ele te obriga a julgar.
E quando você percebe, já está envolvido demais para voltar atrás.
Violência com propósito
A violência aqui não é gratuita. Ela é simbólica. Cada confronto carrega um peso psicológico — não é só sobre fugir, é sobre confrontar aquilo que cada personagem representa.
Existe uma crítica social sutil, quase ácida, escondida por trás da ação. O filme usa o caos como linguagem.
Vale a pena?
Se você gosta de narrativas que misturam tensão, crítica e uma estética mais crua, O Jogo do Predador entrega.
Não é um filme confortável. E nem deveria ser.
Ele te deixa com perguntas — e talvez essa seja a maior prova de que funcionou.
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